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Vasco terá reunião para debater sobre o potencial construtivo de SJ

A reforma de São Januário segue avançando na Câmara dos Vereadores. Na próxima semana, o projeto de lei do potencial construtivo do estádio do Vasco será debatido em uma reunião suprapartidária - ou seja, uma reunião entre vereadores de vários partidos - com representantes do clube associativo também.

O encontro será na próxima terça-feira, às 14h, e foi convocado pelo presidente da Câmara. Carlos Caiado fez o convite a vereadores vascaínos como Alexandre Isquierdo, Pedro Duarte e Paulo Pinheiro. Outros nomes também são esperados, além de um representante do Vasco como Pedrinho ou outro dirigente.

A reunião busca fazer com que o projeto ganhe força entre todos os partidos e todos os lados da Câmara dos Vereadores. Além disso, ter representantes de partidos que são oposição, entre direita e esquerda, é positivo para mostrar que o projeto é algo além de divisão política. Os vereadores pensarão junto com o Vasco os trâmites e a melhor forma de tocar o processo.

Ainda é esperada uma audiência pública nas próximas semanas para debater o projeto de lei do potencial construtivo. Além disso, também precisa do parecer em conjunto na Câmara.

Na semana passada, o prefeito Eduardo Paes garantiu que o projeto de lei do potencial construtivo para a reforma de São Januário será deliberado entre 30 a 45 dias na Câmara dos Vereadores. Ao lado de Pedrinho, presidente do Vasco, e do vereador Alexandre Isquierdo, Paes afirma que está tudo pronto para o projeto ser votado.

No processo de votação, o projeto pode receber emendas parlamentares, ou seja, propostas de mudanças no texto, que também são votadas em plenário. Se aprovado, segue para sanção ou veto do Prefeito.

O plano de reforma é baseado no que foi desenvolvido pela WTorre na gestão do ex-presidente Alexandre Campello, realizado pelo arquiteto Sérgio Dias. A capacidade seria para aproximadamente 48 mil torcedores. No entanto, o Vasco pode fazer ajustes no projeto, caso queira, mas precisa respeitar algumas limitações do que já foi aprovado pela prefeitura.

Fonte: ge