Luís Fernandes fala sobre reforma do estatuto do Vasco

Publicado em 06/08/2020 21:31

✠ Programa Super Papo Vascaíno ✠ #EMCASA @Super_PapoVasco

@FernandesLuis58 : "...ele é um estatuto que tem que ser reformado. Houve duas tentativas anteriores e em ambos os casos a turbulência política não conseguiu fazer com que os trabalhos fossem encerrados. O objetivo é chegar a uma convergência".

"há um capítulo de gestão temerária que faz com que responsabilize o gestor, por exemplo. Não aprovar esse estatuto é se perder uma chance. Esse é um trabalho que poderá ser continuado daqui para frente".

"É bom dizer que, apesar da reforma, o regime continua Presidencialista!".

"a chapa vencedora que elege o Presidente e seus VPs também terá 120 conselheiros,a maioria no CD. Essa experiência que tivemos em 2018 dificilmente irá acontecer novamente. Foi uma circunstância particular. A tendência é termos um clima de maior tranquilidade"

"O estatuto atual não oferece segurança para atrair investidores. Com a reforma, criaremos mecanismos para que o Club se torne mais atrativo para novos investidores. Por isso, também, que a reforma é tão importante".

"eu não condicionei (as eleições diretas à aprovação da reforma do estatuto): eu encaminhei a votação. Eu fiz todo um trabalho no Conselho de Beneméritos de convencimento. Na versão original da reforma, não havia a proposta das eleições diretas".

"a nossa questão é que, por ser uma questão estruturante, essa questão das eleições diretas não poderiam ser tratadas de forma secundária. O encaminhamento que fiz na reunião foi que começássemos os trabalhos aprovando o tema das eleições diretas".

"Por ser um tema mais polêmico, entendi que esse ponto fosse o primeiro a ser votado. Havia dúvidas sobre esse ponto das diretas, mas para minha surpresa, houve decisão unânime quanto a essa aprovação".

"O encaminhamento que eu fiz foi para que aprovássemos o tema das eleições diretas como item 1 da reforma do estatuto".

"eu não defendo que o Vasco perca o controle da sociedade que se venha a constituir para montar um negócio em um esporte com uma empresa, e sim, o modelo alemão, em que o clube mantém a parte maior societária dessa junção".

"O cuidado que tivemos foi o de elaborar uma proposta para que viesse a ser aprovada por quem iria apreciar as propostas. Não havia ambiente para se avançar na questão do dirigente remunerado. Nós podemos continuar avançando para novas melhorias".

Fonte: Twitter Super Papo Vascaíno

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