Outros tópicos da entrevista coletiva de Renato Gaúcho

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Análise do jogo

- O primeiro tempo, com todo respeito ao Paysandu, demos muitos espaços. Quando recuperávamos a bola, procurávamos o homem do lado ou de trás, não estávamos explorando os espaços. O Paysandu estava marcando quase homem a homem. Falei para quebrarmos a primeira linha deles, que a partir dali acharíamos os espaços. Aceleramos a bola, aceleramos o jogo e, em uma jogada inteligente do Rojas, com a cabeçada do Spinelli, pegamos a defesa deles aberta.

Atuações dos centroavantes

- Os camisas 9 são muito cobrados no mundo todo. Os torcedores esperam que façam os gols. O Spinelli aproveitou a oportunidade. Eu faço rodízios e falo para eles estarem preparados. Ele brigou bastante no jogo, brigou com os zagueiros adversários. Foi importante. Não dá para colocar em campo sempre a mesma equipe. Estou rodando o grupo, e o grupo está dando a resposta. Nosso grupo é reduzido, então, tem que rodar. Está todo mundo tendo oportunidade e está todo mundo vendo. Não é só o treinador. A imprensa está vendo, o torcedor, a diretoria, o presidente. Nesse sentido, não tenho do que me queixar. O grupo está dando conta do recado.

Estratégia para mudar o jogo

- Eu falei para ele movimentar bastante sempre o lado oposto da rodada, porque sobraria espaço. Ele chuta bem e aproveitou bem esses espaços, criou jogadas. Dali saiu o gol. Sempre falo para os jogadores buscarem os espaços. Ele fez bem esse papel. A partir daí, começamos a melhorar no segundo tempo.

Apoio da torcida

- Obrigado pelo carinho da torcida vascaína comigo e com o grupo todo. Na partida do Remo também. Vejo os dérbis daqui e fico feliz de ver esse estádio sempre lotado, com as equipes fazendo muita festa. É importante o pessoal daqui gostar de futebol, e é importante. Fazia tempo que não vinha antes do jogo contra o Remo, desde quando jogava. Foi muito bom, agradeço muito.

Fonte: ge

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