O trecho do pedido do Vasco de antecipação de receitas
A Justiça aceitou o pedido do Vasco, protocolado na 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, para antecipar as parcelas que têm a receber pelas vendas de Clayton ao Rio Ave (de Portugal) e de Orellano ao Cincinnati (dos Estados Unidos).
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Como está em regime de recuperação judicial, o clube precisava pedir a autorização da juíza que cuida do processo para dar seguimento a transações dessa natureza. Houve o aceite da Justiça, mas o Vasco terá que mostrar a destinação exata dos recursos captados. Além disso, o clube também não está autorizado a dispensar autorização judicial para futuras operações da mesma natureza.
B – DETERMINO que as Recuperandas promovam a abertura de incidente processual de prestação de contas, de natureza informativa e fiscalizatória, para que apresentem, mensalmente, a destinação exata dos recursos captados, com a alocação detalhada por centro de custo e finalidade;
C – INDEFIRO o pedido contido no item “b” de index: 209575760. Dessa forma, caberá às Recuperandas apresentarem eventuais operações futuras de mesma natureza a este Juízo, ao representante do Ministério Público e à Administração Judicial Conjunta, ainda que dispensada a autorização formal (ativo circulante), de modo a assegurar o devido acompanhamento e rastreabilidade dos fluxos financeiros;
Pela venda de Clayton, o Vasco tem a receber duas parcelas de 1 milhão de euros (totalizando R$ 12,9 milhões), uma com vencimento em 1º de setembro de 2026, e a outra, em 1º de setembro de 2027.
Já o Cincinnati precisa pagar ao Vasco US$ 1,5 milhão (R$ 8,3 milhões), com vencimento em 31 de janeiro de 2026, pela compra de Luca Orellano.
O Vasco quer adiantar os recebíveis para "realizar projetos urgentes", como justificou na peça anexada ao processo. O custo da operação é entre 9% e 15,3% ao ano em euros (Clayton) e entre 11,6% e 15% ao ano em dólares (Orellano).
Veja um trecho do pedido do Vasco:
"Essa opção mostra-se especialmente relevante em situações nas quais a Recuperanda enfrenta dívidas acumuladas ou necessita realizar projetos urgentes, como o pagamento de despesas correntes e manutenção da operação. Nessas circunstâncias, o valor antecipado é consideravelmente mais útil e estratégico do que o valor integral que seria recebido apenas ao longo dos próximos semestres ou anos.
O tempo é dinheiro, pois a liquidez imediata dos recursos permite à empresa responder rapidamente a suas necessidades financeiras, evitar custos adicionais e aproveitar oportunidades que podem se perder com a demora. Adiar o recebimento implica risco e perda de valor, especialmente em contextos de instabilidade econômica e urgência operacional".
Fonte: ge
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