Angioni morre aos 80 anos; ex-diretor trabalhou no Vasco por 14 anos

Paulo Angioni, renomado executivo de futebol, faleceu aos 80 anos no Rio de Janeiro. Com um histórico de quatro décadas dedicadas ao esporte, ele estava em tratamento contra um câncer no pâncreas desde setembro. Angioni era uma figura conhecida no futebol brasileiro, com passagens por clubes como Flamengo, Palmeiras, Corinthians e Vasco.

Recentemente, o dirigente atuava no Fluminense, clube pelo qual tinha grande paixão desde a infância. Ele chegou ao time em 2000 e voltou em outras oportunidades até assumir novamente a função de diretor executivo de futebol em 2018. Durante sua gestão, o Fluminense conquistou títulos importantes como a Taça Rio de 2020 e a Libertadores de 2023.

Angioni também trabalhou na CBF e foi supervisor da Seleção Brasileira entre 1989 e 1990. Sua carreira começou nos anos 1980 no Vasco, onde permaneceu por 14 anos. Um dos pioneiros na defesa da inclusão de psicólogos nos clubes, ele ajudou a implementar essa prática ainda em sua passagem pelo Vasco.

Em entrevista ao Abre Aspas do ge em 2023, Angioni destacou que sua motivação vinha da convivência com os jogadores: "O jogador é a razão da minha vida no futebol", afirmou. Além de sua formação em psicologia e administração esportiva, ele sempre defendeu a presença de profissionais da área psicológica para ajudar atletas sob pressão.

Com informações do ge.

Angioni teve sua trajetória no Vasco marcada por inovações e fortes relações com ídolos do clube. Iniciou sua carreira no clube em 1980, passando pelas categorias de base antes de integrar o departamento de futebol profissional.

Na década de 1980, foi pioneiro ao implementar suporte psicológico para atletas. Angioni deixou o Vasco em 1993, mas retornou durante a gestão de Eurico Miranda. Sua relação com figuras como Roberto Dinamite destaca seu legado no clube.

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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