Vídeo mostra conseqüência das pressões de Muricy sobre a arbitragem
Em 2007, temendo não suportar a pressão vascaína dentro de São Januário, quando o clube da colina ocupava a quarta colocação, Muricy Ramalho passou a semana que antecedeu o duelo fazendo declarações levianas sobre o histórico estádio vascaíno construído pelos pobres torcedores do subúrbio e que tornou-se monumento da luta contra a exclusão social.
Não satisfeito em fazer as acusações levianas e generalistas, Muricy repetiu o mesmo discurso nesta semana e ampliou os ataques às comunidades pobres que habitam em torno do estádio, numa demonstração de elitismo e preconceito contra as pessoas que moram no subúrbio.
O atacante Dagoberto declarou esta semana: \"Gosto de jogar em São Januário\". A declaração faz todo sentido, afinal, Dagoberto só conquistou a titularidade no São Paulo depois que abandonou seu estilo de jogo para seguir as ordens do treinador são-paulino de parar todos os contra-ataques do adversário com faltas violentas ou não. Em 2007, São Januário foi palco dos pontapés e do antijogo praticado por Dagoberto, que hoje desfruta de prestígio com o treinador são-paulino.
Na ocasião, o árbitro Carlos Eugênio Símon gesticulou bastante, mas foi conivente com a violência da equipe do Morumbi que diante da pressão vascaína retardava a partida a parava o jogo com faltas.
Assista a um vídeo do Youtube com a violência do time de Muricy
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- SuperVasco