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Vasco estaria em negociações para estampar a marca da EnergiaBet; valores

A diretoria do Vasco trabalha para fazer do terceiro e último ano da gestão Pedro Paulo o mais relevante do mandato marcado pela retomada do controle da SAF. As ações negociadas com a finada 777 Partners estão em processo de venda para o grupo comandado pelo multi empresário Marcos Lamacchia, a cota master de patrocínio dobrará de valor e o elenco comandado por Fernando Diniz será reformado a partir dos 14 ou 15 jogadores já aprovados. Ou seja: o 2026 reserva mais esperanças aos vascaínos. Vejamos…

O anúncio do patrocinador que substituirá a Betfair deverá, em tese, ser a primeira boa notícia. O clube tem conversas adiantadas com a Responsa Gamming Brasil, de Belo Horizonte, para estampar a EnergiaBet, uma das duas marcas licenciadas do grupo, na parte frontal da camisa. O contrato está sendo negociado na faixa dos R$ 70 milhões fixos, com verba de R$ 10 milhões em ações de marketing, bônus por metas alcançadas e possibilidade de parceria na aquisição de pelo menos um jogador. Acordo a ser finalizado.

E por que o “em tese”? Porque a Responsa, criada há menos de 18 meses, tem pouca aparição no marketing esportivo. Nos dois últimos jogos do Grêmio no Brasileiro, a EnergiaBet fez ações pontuais na camisa do clube. Pagou apenas R$ 1 milhão por cada jogo, mas a nova gestão gremista não estendeu o acordo. Em dezembro, o site Máquina do Esporte informou que o Corinthians descartou a proposta para a criação da “TimãoBet” por avaliar a empresa como pouco confiável para fechar contrato com valores expressivos.

A plataforma está licenciada pelo Ministério da Fazenda e informou em comunicado recente “plano de expansão nacional com foco estratégico em 2026, ano da Copa do Mundo — período de pico no engajamento esportivo.” É impossível garantir que seja o parceiro ideal para o Vasco, mas, neste cenário de expansão das marcas regularizadas, também não dá para ignorá-la — vide as parcerias recém-terminadas por Flamengo, Corinthians e o próprio Grêmio. Cabe à direção vascaína avaliar riscos e benefícios do contrato.

Enfim, a mobilização dos torcedores nas fases finais da Copa do Brasil mexeu com o mercado e fez crescer o otimismo na recuperação do clube em termos comerciais, financeiros e esportivos. Vamos acompanhar.

Fonte: Coluna Futebol Coisa & Tal/Gilmar Ferreira - Extra