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Situação salarial de jogadores e funcionários do Vasco

O Vasco pagou nesta sexta-feira o salário de setembro a funcionários que ganham até R$ 2.500 no regime CLT. Os com vencimentos superiores a esse valor não receberam, o que gerou insatisfação dentro do clube. A informação foi dada primeiramente pelo "Lance!".

A divisão do pagamento se deu pela escolha do banco feita pelo Vasco para recolhimento da verba destinada ao pagamento mensal de salários, além de férias, 13º, FGTS e rescisões dos funcionários demitidos em março.

Esta verba é oriunda do acordo feito com o Ministério Público do Trabalho (MPT) em julho. Tal acerto bloqueou R$ 30 milhões para que o Vasco honre seus compromissos em dia até janeiro de 2022 e protegeu o clube de penhoras.

A liberação da verba é de responsabilidade do Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (Sindeclubes). O Sindeclubes faz esse processo com maior facilidade junto à Caixa Econômica Federal, de onde o Vasco vinha retirando as guias de pagamento desde a celebração do acordo com o MPT.

Neste mês, emitiu as guias de pagamento junto ao Banco do Brasil, mas questões burocráticas impediram que o dinheiro chegasse ao clube.

Há a expectativa de que os funcionários com salários superiores a R$ 2.500 na carteira de trabalho recebam nas próximas semanas, mas dentro do clube corre a informação que tal quitação talvez seja feita somente em dezembro.

Desta forma, o Vasco deve outubro e setembro a jogadores, mesmo débito com funcionários que não foram contemplados nesta sexta-feira. Vale lembrar que acordo verbal estabelece o dia 20 de cada mês como data de vencimento, mas no contrato de trabalho sabe-se que o salário vence no quinto dia útil do mês.

Fonte: ge