Rival: Leila Pereira classifica oposição como 'imbecis'
Durante um encontro reservado com membros da situação, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, expressou sua insatisfação com as críticas que vêm recebendo. O foco das críticas é a recente compra da SAF do Vasco por seu enteado, Marcos Lamacchia. Leila não poupou palavras e classificou os opositores como "imbecis".
A reunião ocorreu durante o lançamento da chapa Palestra ao Conselho Deliberativo, que terá eleições em 2027. Leila pediu apoio dos conselheiros e destacou sua dedicação total ao clube até o fim de seu mandato. "Minha dedicação ao Palmeiras é integral até dezembro de 2027", afirmou.
Leila também mencionou os rumores sobre a falta de compromisso seu e de seu marido com o clube paulista. "Fico muito triste quando vejo boatos questionando nossa dedicação à Sociedade Esportiva Palmeiras", desabafou.
Além disso, ela relembrou os investimentos feitos no clube através das suas empresas, afirmando que mais de R$ 1 bilhão foram aportados no Palmeiras. "Nossa história no Palmeiras é única. Quando questionarem meu caráter ou o do meu marido, que sempre se dedicou ao clube, peço que vocês defendam nossa gestão", enfatizou.
O envolvimento do enteado de Leila na aquisição da SAF do Vasco tem gerado discussões dentro e fora do clube. O marido dela, José Roberto Lamacchia, é avalista da negociação com o Cruzmaltino.
Com informações da Itatiaia.
O Ocupa Palestra, grupo de conselheiros do Palmeiras que faz oposição à gestão de Leila Pereira, pediu o desligamento de José Roberto Lamacchia do Conselho Deliberativo do clube após o leilão que confirmou a venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações, do empresário Marcos Lamacchia, filho de José e enteado de Leila.
Em nota, o Ocupa Palestra disse que "acompanhamos com atenção e preocupação as recentes movimentações envolvendo a aquisição do clube Vasco da Gama por empresas ligadas ao Sr. José Roberto Lamacchia".
Fonte: SuperVasco"É indispensável separar os negócios privados de dirigentes dos cargos ocupados temporariamente na administração do Palmeiras, preservando a imagem institucional da nossa associação. As empresas da mandatária não podem, sob qualquer hipótese, financiar ou favorecer nossos rivais diretos em campo", diz um trecho da nota.