Proibição de bets abrem espaço para novos setores no futebol
💰A Medida Provisória assinada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, que proibiu as apostas esportivas no Brasil, pegou os clubes de surpresa. A decisão gerou uma reação de 'desespero' entre as equipes, que dependem dos patrocínios do setor para financiar suas atividades. Atualmente, 14 dos 20 times da Série A do Brasileirão contam com casas de apostas como patrocinadoras máster, incluindo o Vasco.
Com a incerteza sobre o futuro dos acordos, algumas empresas começam a se movimentar para ocupar o espaço deixado pelas bets. Caixa, Assaí, Crefisa e Banco BMG estão entre as companhias que podem retornar ao mercado de patrocínios no futebol.
Enquanto isso, Cimed e Fatal Model já manifestaram interesse em expandir sua presença no esporte. A Cimed, que já patrocina Palmeiras e Cruzeiro através da marca Super e tem acordo com a seleção brasileira, se mostrou disposta a aumentar seus investimentos. João Adibe Marques, CEO da farmacêutica, publicou um vídeo indicando interesse em apoiar mais clubes.
Por outro lado, a Fatal Model tem gerado polêmica ao buscar parcerias com Flamengo e Corinthians. Embora o Flamengo tenha negado qualquer contato com a plataforma de anúncios de acompanhantes, o Corinthians ainda não se pronunciou. Essa não é a primeira vez que a Fatal Model tenta se inserir no futebol; em ocasiões anteriores, já demonstrou interesse em naming rights e até participou de vaquinhas para auxiliar clubes.
A situação permanece indefinida até as eleições presidenciais de 4 de outubro, que podem mudar novamente o panorama do setor.
Com informações do Máquina de Esporte.