Outros tópicos da entrevista coletiva de Pedro Emanuel
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Sobre maratona de jogos
— Nossa forma de jogar é muito intensa e muito desgastante com bola e sem bola. Queremos ser uma equipe organiza e pressionante. Que tenha o controle e também seja aguda. Isso desgasta os jogadores, temos noção disso. O jogo do Remo foi pior porque fizemos um jogo muito desgastante com o Botafogo, em termos emocionais e físicos. Jogamos num campo sintético depois de 20 dias sem competir, tudo isso influencia. Contra o Remo, os jogadores pensaram que seria simples, mas os jogos do nosso campeonato são bastante difíceis. Tentamos nos recuperar da melhor forma possível porque iremos precisar de alguns desses jogadores utilizados hoje. E depois temos que pensar no jogo em casa com o Boca. Se já não tínhamos o Colídio, também não teremos o Gómez. É um problema solucionável. Daremos chances a outros que vão dar seu melhor para que o ritmo se mantenha.
Sobre partida de Gabriel Pereira
— O Gabriel está tão preparado quanto os outros. Ele demonstra que tem capacidade e qualidade para jogar no Vasco. Ele entrou para dar consistência, sabíamos que com menos um e ganhando por 1 a 0 eles iam pressionar, cruzar bola na área, e fico satisfeito pela vitória.
Sobre substituições na partida
— No final quando estamos aqui sentados, fica mais fácil analisar, no momento em que nós estávamos tendo uma queda física durante o jogo, o próprio Adson já não estava tão agudo como tem que ser. Tínhamos o plano B, que era de reforçar o meio para nos dar capacidade para ter bola. A ideia era tirar o Adson, mantermos o Lescano mais à direita, e termos o Tche Tche para nos dar frescura no meio, nos dar capacidade para poder ter bola e ao mesmo tempo capacidade de pressão na bola. Mas tivemos que ir para o plano D, né? Porque com menos um, tivemos que tomar decisões rápidas. Abdicamos de atacar em muitos momentos com a capacidade que nós temos, para defendermos mais coesos.
Sobre expulsão de Gómez
— Não sei o que aconteceu para ser expulso naquele momento, vou ter que ver as imagens, não posso responder o que eu não vi. O que eu sei é que não é copeiro, o Vasco é competitivo, é muito competitivo. O que mostrou é que tem muito caráter, tem muito espírito de sacrifício, tem uma união, tem uma vontade muito grande de conquistar. E acho que foi isso que demonstrarmos aqui. A fibra de campeões é essa, saber sofrer, saber o momento que adversário está melhor no jogo e nós temos que nos sacrificar, e foi isso que fizemos.
Fonte: ge