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Modelo eleitoral pode gerar contestações dentro da política do clube

A 18 dias da eleição para presidente do Vasco, o intervalo entre a votação e a posse do novo mandatário, caso Alexandre Campello não seja reeleito, deve gerar discussões dentro da política do clube de São Januário.

A mudança do formato para a escolha do vencedor, do indireto para o direto, não incluiu também a antecipação da posse do eleito. Com isso, a priori, o presidente administrativo do próximo triênio será conhecido no próximo dia 7, mas tomará posse somente em janeiro, quando acontecerá a posse dos membros do novo conselho deliberativo, que, no esquema de eleição indireta, seriam os responsáveis pela eleição do dirigente máximo.

Esse espaço de tempo deverá ser motivo de contestação interna, caso Alexandre Campello não seja reeleito. Correntes políticas defendem que, neste cenário, ocorra uma transição antecipada da diretoria, semelhante com o que aconteceu em 2014, quando Roberto Dinamite abriu mão da presidência antes do fim do mandato e Eurico Miranda assumiu o clube antes de efetivamente tomar posse.

Além de Alexandre Campello, tentam ser presidente Jorge Salgado, Julio Brant, Leven Siano e Sérgio Frias.

Fonte: Agência O Globo