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Entenda por que o Vasco ficou apenas no empatou com o Coritiba

palco estava armado para mais uma vitória do Vasco no Brasileiro, a quarta seguida, mas a euforia inicial dos 30 mil presentes no Maracanã se transformou em frustração. A equipe cruz-maltina abriu o placar com o gol contra de Matheus Galdezani - já havia sido beneficiada por um gol contra na rodada passada, contra o Atlético-GO -, mas em uma jogada individual do atacante Rildo, permitiu o empate.

O 1 a 1 no placar interrompeu a sequência de vitórias, mas o time está invicto há seis rodadas. A luta por uma vaga na Libertadores continua. No próximo sábado, no Maracanã, o Vasco faz o clássico com o Flamengo, concorrente direto por uma vaga na competição continental.

Confira o que deu certo e errado contra o Coxa:

Sistema defensivo

Principal responsável pela subida de produção do Vasco no Brasileiro, o sistema defensivo fez mais uma atuação segura. Até o gol do Coritiba, um misto de mérito e sorte do atacante Rildo, já que a bola desviou em Breno antes de tirar a chance de defesa de Martín Silva, a zaga se comportava bem, sem correr muitos riscos. Já no finzinho na partida, Breno foi expulso após fazer falta em Henrique Almeida e reclamar. Desfalca o time contra o Flamengo.

Presença ofensiva

Talvez o principal ponto fraco da equipe atualmente seja a pouca presença ofensiva, com a chegada de poucos jogadores dentro da área para arrematar as jogadas. Andrés Ríos tem se esforçado e feito bem seu papel tático, mas não tem conseguido produzir como finalizador. Contra o Coritiba, o argentino teve uma boa chance, mas desperdiçou. Thalles entrou em seu lugar e também não conseguiu agregar muito.

Wellington

Mais confiante depois que Zé Ricardo assumiu o comando e o bancou na equipe titular, o volante teve uma boa participação, dentro das suas características. Além de marcar, tem se apresentado na frente para finalizar, inclusive algumas vezes dentro da área.

Vaias e aplausos para Mateus Vital

O jovem meia começou bem a partida, fazendo jogadas de linha de fundo em sequência. Depois do gol do Vasco, foi caindo de produção junto com o restante do time. Uma parte da torcida perdeu a paciência e passou a vaiá-lo a cada toque na bola. Foi substituído e ouviu novas vaias, mas também alguns aplausos.

Substituições melhoraram. Não o suficiente

Thalles, Guilherme e Paulo Vitor entraram durante a partida. Pedido pela torcida, PV deu mais velocidade ao time com suas jogadas verticais na direção do gol. Guilherme também conseguiu alguns bons passes, o que Pikachu não havia feito até então. Thalles ficou preso entre os zagueiros e, com pouca mobilidade, não conseguiu produzir muito.

Fonte: ge