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Em mais uma movimentação, Vasco entra com o agravo de instrumento

O Vasco entrou com um recurso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão imediata da intervenção judicial na Vasco SAF. O clube questiona a decisão da 4ª Vara Empresarial, que afastou o Conselho de Administração e limitou os poderes do Vasco como controlador provisório.

O argumento central do agravo é que a questão deveria ser decidida pelo Tribunal Arbitral, conforme estipulado nos contratos entre o Vasco e a 777 Carioca. A disputa societária já está em arbitragem na FGV, e o clube defende que questões sobre controle e governança são exclusivas dessa instância.

O recurso também critica a forma como a decisão foi tomada, alegando falta de contraditório e uso de informações unilaterais. Após a intervenção, ocorreram renúncias significativas: Samantha Mendes Longo deixou o cargo de interventora poucos dias após assumir, o Conselho Fiscal renunciou coletivamente, dois vice-presidentes saíram e a juíza declarou suspeição por foro íntimo.

A situação encontrada pela interventora não confirmaria as bases da decisão judicial, segundo relatório apresentado por ela. O Vasco pede ao Tribunal que suspenda imediatamente os efeitos da intervenção e anule ou reforme a decisão final.

Agora, cabe ao Tribunal decidir se concede ou não efeito suspensivo ao recurso antes de julgar seu mérito.

A informação é do canal Podcast Cruzmaltino, publicados em seu X.

🚨 CRVG recorre ao TJRJ e pede suspensão imediata da intervenção na Vasco SAF. 

O principal argumento? A decisão da 4ª Vara Empresarial invadiu uma competência que, segundo o clube, pertence exclusivamente ao Tribunal Arbitral. 💢

No Agravo de Instrumento protocolado nesta segunda-feira (06), o Club de Regatas Vasco da Gama pede que a decisão que afastou o Conselho de Administração da Vasco SAF, restringiu os poderes do clube como controlador provisório e determinou a intervenção judicial seja suspensa imediatamente e, ao final, anulada ou reformada.  

O ponto central do recurso é a alegação de incompetência do juízo da recuperação judicial para decidir questões de governança da SAF.

Segundo o CRVG:

➡️ A disputa societária entre Vasco e 777 Carioca já está sendo julgada na arbitragem da FGV.

➡️ Os contratos assinados entre as partes estabelecem que conflitos sobre controle, governança e direitos societários devem ser resolvidos pelo Tribunal Arbitral.

➡️ O próprio Tribunal de Justiça, em decisão anterior, teria reconhecido que, após a instalação da arbitragem, cabe aos árbitros manter, modificar ou revogar medidas relacionadas à governança da SAF.

Com isso, o Vasco sustenta que a decisão que afastou administradores, nomeou uma interventora e restringiu os poderes do clube ultrapassou os limites da competência da Vara Empresarial.  

O recurso também afirma que a decisão foi tomada sem o devido contraditório, sem que os administradores afastados fossem previamente ouvidos, e critica o uso de elementos unilaterais e de informações externas para fundamentar a medida.  

Outro destaque do agravo são os chamados fatos supervenientes.

O CRVG argumenta que, após a intervenção judicial:

• Samantha Mendes Longo renunciou ao cargo de interventora poucos dias depois da posse;
• houve renúncia coletiva do Conselho Fiscal da Vasco SAF;
• dois vice-presidentes do clube deixaram seus cargos;
• a própria magistrada declarou suspeição por foro íntimo.

Na visão do clube, esses acontecimentos demonstram que a intervenção gerou uma crise institucional ainda maior do que aquela que pretendia solucionar.  

O Vasco ainda utiliza o Relatório de Intervenção nº 1 apresentado por Samantha Mendes Longo como argumento de que a situação encontrada por ela não confirmaria as premissas que embasaram a decisão judicial.  

Ao final, o pedido é para que o Tribunal conceda efeito suspensivo ao recurso e, posteriormente, reconheça a nulidade da decisão ou, alternativamente, restabeleça a governança anterior da Vasco SAF.  

A partir de agora, caberá ao Tribunal de Justiça analisar se concede ou não o efeito suspensivo e, posteriormente, julgar o mérito do Agravo de Instrumento. 

O Vasco entrou com um Agravo de Instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na tentativa de suspender a decisão que estabeleceu uma intervenção na gestão da Vasco SAF. No documento, o clube argumenta que a questão sobre governança deveria ser resolvida por meio de arbitragem, e não pela Justiça comum.

O recurso destaca ainda problemas enfrentados após a decisão judicial, como a renúncia da gestora judicial poucos dias após assumir e a saída de membros da administração. O Vasco alega que esses eventos causaram uma paralisação na governança da SAF, prejudicando a gestão do clube.

Agora, o Tribunal precisa decidir se mantém ou revoga a intervenção enquanto o caso é analisado. As próximas decisões poderão impactar diretamente o comando administrativo do Vasco.

🚨 URGENTE! O VASCO REAGIU NA JUSTIÇA!

O Club de Regatas Vasco da Gama protocolou um Agravo de Instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para tentar suspender a decisão que determinou a intervenção na gestão da Vasco SAF.

No recurso, o clube pede a retomada da administração e afirma que a medida judicial provocou uma grave crise institucional, citando, entre outros pontos:

⚖️ Pedido de efeito suspensivo imediato da decisão;

📌 Alegação de que a disputa sobre a governança deve ser decidida pela arbitragem, e não pela Justiça comum;

📌 Renúncia da gestora judicial poucos dias após assumir o cargo;

📌 Renúncias de integrantes da estrutura administrativa;

📌 Alegação de paralisação da governança da SAF e prejuízos para a gestão do clube.

Agora, caberá ao Tribunal analisar o pedido do Vasco e decidir se mantém ou suspende a intervenção enquanto o recurso é julgado.

👉 Acompanhe o Canal Atenção Vascaínos. Vamos explicar todos os detalhes desse documento, os principais argumentos apresentados pelo clube e o que pode acontecer nos próximos capítulos dessa disputa que pode definir o futuro da SAF. 

O perfil Colina 1927, que também acompanha a situação de perto, trouxe em imagem da movimentação iniciada pelo CRVG:

O caso terá um novo juiz, isso porque, Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, responsável pela 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, anunciou que não atuará na ação judicial iniciada pela 777 Carioca LLC contra o Vasco. O magistrado alegou impedimento, afastando-se do caso.

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎