Futebol

Diniz fala sobre times que perderam desempenho: 'A gente tem...'

Confiança da torcida

— Não sei se é o (trabalho) mais desafiador. Futebol é sempre difícil. No ano passado, o número principal o Vasco estava na zona de rebaixamento e no final escapou. Quando é conveniente traz: "perdeu tantos jogos". No fundo a gente tinha um medo muito grande do rebaixamento. Em determinado momento, a gente deu uma subida grande pensando em Libertadores. Depois teve a série de cinco derrotas. Depois, ganhamos do Inter aqui e praticamente fugimos do rebaixamento. Na Copa do Brasil a gente foi muito bem. Somado a isso, o Rayan era um jogador que pro Vasco foi muito bem. O cara ia ser vendido por 10 (milhões) e no fim foi quase 40 (milhões). A gente teve receita de lotar o Maracanã duas vezes depois na final contra o Corinthians. Foi um ano que não foi o ideal porque não terminou com o título. Se tivesse terminado com a coroação da Copa do Brasil, teria ido para a Libertadores e quebrado o tabu. Quando a gente começa este ano com a saída do Rayan parece uma coisa pouca, mas não é. Os times vão se reforçando. O Cruzeiro não perde o Kaio Jorge, ele contra o Gerson, depois contrata mais um. O Flamengo a mesma coisa. O Palmeiras a mesma coisa. O Botafogo se desmanchou. O Fluminense não perde jogador importante e vai se reforçando. A gente vai se reforçando do jeito que pode. A gente não repor o Rayan instantaneamente. Nem se tivesse 40 milhões (de euros). O Rayan vale mais do que isso. A gente tem que trabalhar e se adaptar. Principalmente, terminar melhor as jogadas. Ano passado a gente fez muito gol. A gente melhorou o sistema defensivo. Mas a gente tem precisado chutar muito para fazer um ou dois gols. Uma coisa que a gente precisa trabalhar e voltar a vencer para a torcida abraçar o time e criar a sintonia que tivemos no ano passado.

Fonte: ge