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'ArquibaVasco' lança nota sobre as demissões dos funcionários e paralímpicos

O desrespeito ao trabalhador é um marco da gestão Alexandre Campello. Os atrasos salariais contínuos, o descumprimento de acordos, a inadimplência fiscal reiterada e a falta de empatia são sinônimos do que o Vasco da Gama sofre ao longo dos últimos três anos. No entanto, a Diretoria está conseguindo se superar neste período de pandemia, reforçando que também ignora a responsabilidade social que carrega o Club de Regatas Vasco da Gama.

- O desrespeito à vida. Depois de ter sido um dos últimos, senão o último clube a disponibilizar suas instalações para o poder público no combate à COVID-19, o Vasco aceitar ser rebocado pelo seu rival e, no momento em que o país bate recorde de mortes por dia e o sistema de saúde do Rio de Janeiro está prestes a colapsar, defende em nota o retorno das atividades do futebol. Uma atitude totalmente desconexa com a realidade e irresponsável com os atletas e servidores necessários para a realização do esporte.

- Funcionários não são números. Nada temos contra uma reforma administrativa, caso seja necessária para o Clube, mas não podemos tomar decisões baseadas apenas em planilhas, sem olhar o cenário socioeconômico. O Vasco, nessa condução catastrófica, está abandonando diversos funcionários (agora seus credores) no meio de uma das maiores crises da história. Quando esperávamos um posicionamento condizente com a nossa história, a Diretoria pune os mais vulneráveis sob o cômico pretexto de que essa decisão ajudará o Vasco a suportar o impacto econômico da pandemia, quando todos sabemos que essa economia porca em nada mudará a situação financeira do Clube nem de imediato e nem a longo prazo.

E hoje, para aprendermos a nunca duvidar da capacidade da gestão Alexandre Campello de piorar qualquer situação, o torcedor vascaíno é informado do fim do programa Paralímpico do Clube. Além de reforçar a incompetência dessa gestão que não conseguiu em 3 anos regularizar as CNDs para captar verba via incentivos fiscais para o projeto, a atitude encerra este que era, por muito, o projeto mais vencedor do clube nos últimos anos (só no Parapan de 2019 foram 30 medalhas conquistadas por atletas vascaínos) e toda comissão custava 17.800 reais por mês. Como sócios e vascaínos pedimos desculpas por essa covardia cometida pela Diretoria que ocupa o Vasco hoje.

Alexandre Campello, Diretoria Administrativa e consultorias contratadas, mais uma vez vocês mancham a história do Clube, agindo de forma contrária a nossa história e ferindo o nosso orgulho.

Mas saibam que esses atentados contra os mais vulneráveis neste momento tão difícil não serão esquecidos e tampouco encobrirão o fracasso administrativo, financeiro e desportivo que é o retrato desta gestão. As dívidas aumentaram, essa gestão não consegue gerar receitas e fechamos o ano no vermelho. No campo, nos números e nas relações humanas, vocês nos envergonham!

Fonte: Facebook ArquibaVasco