Vasco vive expectativa por reformulação no setor defensivo
O Vasco tem como uma das principais prioridades na janela de transferências a chegada de um novo zagueiro. A diretoria quer aumentar as opções para Fernando Diniz e também vive a expectativa para uma reformulação, com saídas no setor.
Mauricio Lemos encerrou seu vínculo com o Vasco no último dia 31 de dezembro e não fazia parte dos planos da comissão técnica de Diniz. Lucas Oliveira também deve deixar o clube. O defensor tem saída encaminhada para o Ceará.
O elenco profissional ainda conta com Cuesta, Robert Renan e Lucas Freitas para a posição. Neste momento, o clube mapeia o mercado em busca de novas opções. Um dos nomes que interessam ao Vasco é o de Alan Saldivia, do Colo-Colo. O clube monitora a situação do zagueiro desde o meio do ano. Saldivia é visto como um jogador de potencial para compor elenco e agrada a Diniz.
Em 2026, o clube também precisará definir situações contratuais com os defensores disponíveis no elenco. Cuesta, por exemplo, tem contrato de empréstimo com o clube só até a próxima segunda-feira, dia 5 de janeiro, mas o Vasco pagará 1,5 milhão de euros (R$ 9,7 milhões) ao Galatasaray para estender o vínculo por mais um ano.
O contrato entre os clubes também prevê a opção de aquisição definitiva dos direitos do jogador por 5,75 milhões de euros (R$ 36,6 milhões). A diretoria tem a intenção de manter Cuesta em definitivo, assim como Robert Renan, que também está emprestado ao Vasco pelo Zenit, da Rússia.
O setor defensivo, de longe o mais pressionado do Vasco nos últimos anos, já havia passado por uma intensa reformulação na última janela de transferências, com a chegada do executivo de futebol Admar Lopes. Além das contratações de Cuesta e Robert Renan, a diretoria havia negociado as saídas de João Victor e Luiz Gustavo.
O clube disputará quatro competições em 2026 e busca ter "consistência", palavra citada por Diniz na coletiva de imprensa após a final da Copa do Brasil com um pedido para o próximo ano: ter uma defesa mais estável em relação a 2025. Foram 94 gols sofridos no ano passado. O time teve a rede vazada em 52 das 71 partidas disputadas.
A última vez que o Vasco sofreu tantos gols foi na temporada 2021, quando disputou a Série B do Brasileirão e não conseguiu subir - Diniz também fez parte daquela campanha e foi técnico da equipe em 12 jogos. Na ocasião, também foram 94 gols sofridos.
Fonte: ge
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