Tchê Tchê está a um jogo de aumentar uma mística na carreira
Tchê Tchê está a um jogo de aumentar uma mística na carreira: ser um amuleto da sorte para a conquista de títulos importantes e encerrar longos jejuns. Em quase todos clubes que defendeu, o volante levantou taças relevantes que tiraram seu respectivo time da fila de muitos anos.
A "mística", como o próprio jogador brincou na coletiva de apresentação no Vasco, começou no Palmeiras, ainda em 2016. Por lá, o jogador conquistou seu primeiro título brasileiro e tirou o time paulista da fila de 22 anos sem ser campeão do torneio nacional. Dois anos depois, o clube paulista seria novamente campeão do Campeonato Brasileiro com Tchê Tchê no elenco.
No Atlético-MG, o volante foi novamente um amuleto da sorte. Em 2021, o jogador era titular absoluto do time que conquistou o Brasileirão e a Copa do Brasil. O Galo não vencia o campeonato nacional há 50 anos, desde 1971.
Depois da temporada vitoriosa, Tchê Tchê assinou com o Botafogo em 2022. No clube carioca, a mística seguiu: Libertadores e Brasileirão no mesmo ano, com o volante sendo peça importante, para espantar o jejum de títulos. Até 2024, o time alvinegro nunca havia vencido a competição continental e não levantava o troféu do Campeonato Brasileiro desde 1995.
Apenas no São Paulo, o jogador não conseguiu atingir o feito. O jogador esteve no clube paulista entre 2019 e 2020, mas não conquistou títulos. Na apresentação no CT Moacyr Barbosa, Tchê Tchê brincou com a fama e já indicava que o elenco do Vasco poderia almejar troféus em 2025:
— O pessoal tem brincado um pouquinho, falando que tomara que eu traga a sorte, a mística de manter essa sequência de títulos. Não vejo como uma cobrança pesada, acho que é algo legal, né? Eu fico muito feliz por isso. Como eu já disse, não sou eu que faço as coisas sozinho, a gente tem um grupo muito qualificado, eu tenho certeza de que a gente pode conquistar grandes coisas. Eu não estou falando nada da boca para fora, muito menos para agradar a ninguém — afirmou Tchê Tchê.
Em sua primeira temporada no Vasco, Tchê Tchê teve papel importante e foi titular em boa parte do ano, tanto com Fábio Carille quanto com Fernando Diniz. São 49 jogos disputados, com dois gols e quatro assistências em 2025. Recentemente, porém, o volante perdeu espaço no time e viu Thiago Mendes assumir a posição e atuar ao lado de Barros na reta final do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.
A tendência é que Tchê Tchê comece o segundo jogo da final contra o Corinthians no banco de reservas. O jogo acontece neste domingo, às 18h, no Maracanã. A ida terminou com empate em 0 a 0, na Neo Química Arena. Em caso de nova igualdade, a decisão do título será realizada nos pênaltis.
Fonte: ge
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