Renato revela críticas: 'Não vai, não vai, que o grupo do Vasco é...'

Avaliação do trabalho

Ouço tanta coisa ali fora mas procuro exaltar meu grupo. O resultado depende dos jogadores. Converso, lapido, ensino. Procuro treinar a parte técnica e tática. Mas quem entra em campo são eles. Eles precisam dar resposta. A minha parte eu faço. Mas quem entra em campo são os jogadores e eles têm desempenhado bem nos nossos treinamentos, com nossos pedidos. Não temos um time perfeito. Quando cheguei aqui, meus amigos me criticaram: "não vai, não vai, que o grupo do Vasco é muito ruim, não vai, que você vai se ferrar, vai brigar, de repente vai cair para a segunda divisão". Falei para eles o que estou falando para vocês: "eu gosto de desafios". Importante é que o jogador acredite nele. Eles precisam ter confiança. Confiança que dou para eles para jogarem. Eu assumo os riscos, só quero que joguem livres, leves e soltos, com responsabilidade. O Vasco não ganhou todos os pontos, principalmente na situação que se encontrava, à toa. Isso é trabalho de equipe. O mais importante é o que passo, eles entram em campo e desempenham. Se acreditarem ainda mais neles, vamos subir na tabela. O que não pode é acharem que não vai dar, vai dar sim. Vamos brigar. O que não pode é desanimar. Não se entregaram em momento nenhum, estávamos perdendo por 2 a 0 com um time que vai estar brigando pelo título. Se não perderam para ninguém no G-4 têm que acreditar mais neles. Não é qualquer time no meio da tabela, pegamos todos os times praticamente do G-4 e não perdemos.

Fonte: ge

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