Os pontos 'curiosos' da Interpelação da 777 Carioca em face de M. Lamacchia

Vamos lá, os pontos "curiosos" da Interpelação da 777 Carioca em face de Marcos Lamacchia:

A 777 Carioca é representada por procuração aos advogados do escritório Monteiro de Castro Setoguti. A procuração é assinada por Jill Gettman, a diretora jurídica da A-CAP.


A simbiose das empresas, 777 Carioca e A-CAP tem seu efeito diluído, ao meu ver. Tudo que ficou demonstrado no processo da Leadenhall em NY, aponta que homem por trás de toda operação é Kenneth King.



O @JosimarFotball destrinchou a operação de King e Gettman. Vale a leitura. A participação da diretora jurídica, em determinado momento, é considerada mais importante que a de King e toma decisões, em especial, as pendências da 777 Partners.

E aí entra o Vasco. O relato nos bastidores é que toda a comunicação na tentativa de estreitar laços entre Associação e A-CAP não possui qualquer participação de Lamacchia. A "ideia" é de que tanto na arbitragem como em um acordo, Vasco e A-CAP resolveriam entre si, como sócios.

Por um grupo de pessoas q ouvi, a resolução com a A-CAP seria tida como "não tão complexa" e que a empresa americana estaria disposta a negociar e solucionar de vez a questão. Penso que a interpelação visa MARCAR TERRITÓRIO e constranger Lamacchia a sair da toca.

Acelerar o processo ou quem sabe, receber valores maiores do que os colados na mesa. É um jogo de xadrez, buscando sempre, reduzir danos, especialmente financeiros, da A-CAP. Provavelmente o Vasco irá adentrar ao processo como interessado. E Lamacchia deve se manifestar logo mais

A manifestação interessante na interpelação é que a 777 Carioca sustenta a afirmação de que faria os aportes determinados em contrato, e que não fez pq foi afastada por liminar. O engraçado é que nunca fez movimento algum nos 2 anos de processo de demonstrar garantias para tal.

Apesar de ser uma interpelação, ou seja, uma notificação simples para Lamacchia tomar "ciência" do posicionamento da 777 Carioca, não deixa de ter um teor de aviso prévio para basear uma ação, em caso da assinatura do MOU. Se fala em, caso descumprimento, acionar o empresário.

Além do juridiquês, para resumir, Lamacchia sabe da relação 777 Carioca/A-CAP. Penso que a empresa americana visa produzir prova, para uma possível ação e causar embaraços, buscando um ressarcimento maior financeiro. No final, tudo se resume a negócios. Repito, vamos acompanhar.

Fonte: X Danteskoo

Mais Recentes