O mecanismo do Vasco para blindar a venda da SAF da disputa com a 777

O Vasco adotou medidas para proteger a venda de sua SAF em meio a disputas judiciais. A estratégia central é o UPI Equity, parte do plano de recuperação homologado pela Justiça. Esse mecanismo permite vender ações da SAF sem dívidas ou passivos, mediante autorização judicial.

Atualmente, Marcos Lamacchia, através da Almirante Participações, é o potencial comprador. Ele deve honrar dívidas conforme o plano e tem preferência para igualar ofertas concorrentes. A 4ª Vara Empresarial do Rio já publicou edital sobre o processo competitivo.

O plano permite duas abordagens: emitir novas ações da SAF existente ou criar uma nova empresa para os ativos do futebol, sem herdar dívidas da atual controlada pela 777 Partners. Em ambos os casos, obrigações com credores serão mantidas.

A proposta de Lamacchia inclui investir R$ 650 milhões no clube, com foco no futebol e infraestrutura, podendo chegar a R$ 2 bilhões com verbas incentivadas. Enquanto isso, o Vasco aguarda decisões judiciais sobre intervenções administrativas e questões no tribunal arbitral.

As informações são do Extra.

Com a revelação de que o acordo total com Marcos Lamacchia gira em torno de R$ 3,1 bilhões (envolvendo dívidas, infraestrutura e cobertura de déficit de caixa), os próximos passos práticos para a SAF do Vasco dependem de resolver um imbróglio jurídico e burocrático.

O projeto da Nova SAF do Vasco, sob gestão da Almirante, impõe ao investidor a obrigação de manter o fluxo de caixa equilibrado, garantindo que a empresa tenha recursos suficientes para despesas como salários, fornecedores e impostos. Caso os fundos não sejam suficientes, o investidor deve injetar novos aportes financeiros .

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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