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Maracanã: O que o Vasco teve que passar para conseguir a liberação

Depois de dias de disputa judicial, o Vasco conseguiu a liberação do Maracanã para enfrentar o Boca Juniors no dia 20 de outubro pela semifinal da Copa Sul-Americana. A decisão foi anunciada na noite desta sexta-feira.

O Vasco enfrentou resistência do consórcio Fla-Flu, que administra o estádio e estava preocupado com as condições do gramado. Após várias ações judiciais e recursos, a Justiça do Rio de Janeiro finalmente autorizou o uso do estádio pelo clube.

A busca por um local adequado começou no fim de agosto, quando o consórcio Fla-Flu recusou o primeiro pedido formal do Vasco. Mesmo com tentativas em São Januário e considerações sobre o Estádio Nilton Santos, nenhuma alternativa parecia viável. São Januário não atende à exigência mínima de 30 mil lugares da Conmebol, e o Nilton Santos não era uma opção desejada devido ao gramado sintético.

No decorrer das semanas, o Vasco tentou negociar uma exceção com a Conmebol para usar São Januário, mas sem sucesso. Tentativas de aumentar a capacidade do setor visitante também foram feitas, mas não foram suficientes sem todas as aprovações necessárias das autoridades locais.

A decisão final veio após uma série de recursos e votações na Justiça. Na sexta-feira à noite, uma nova votação entre desembargadores liberou oficialmente o Maracanã para que o Vasco possa mandar seu jogo contra os argentinos no tradicional estádio carioca.

Com informações do ge.

Mesmo com tudo isso, o jornalista e advogado José Américo trouxe na madrugada de sexta-feira (09) para sábado (10) que o consórdio Fla-Flu tentou reverter a liminar que permite o Vasco jogar no Maracanã .

Foto: Leandro Amorim/Vasco
Maracanã

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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