José Américo, sobre caso da RJ: 'Parece não haver fraude, nem ma-fé'

A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando uma possível fraude no processo de recuperação judicial do Vasco. A suspeita envolve um aumento significativo na dívida do clube com o ex-lateral Max. Inicialmente, o valor devido era de R$ 2,5 milhões, mas foi registrado como mais de R$ 8 milhões na lista de credores. O inquérito busca entender como essa discrepância ocorreu.

A informação é do ge.

Documentos públicos das empresas em recuperação judicial e da administração do processo sugerem que não houve má fé por parte da Vasco SAF no caso de suposta fraude. O Ministério Público também emitiu um parecer favorável ao Acordo Judicial (AJ), reforçando a posição das recuperandas.

Fontes indicam que há uma tentativa de politizar a situação, especialmente considerando que a transição para a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) é irreversível. Em meio a isso, o processo contra o CRVG no Rio de Janeiro e a Vasco SAF continua sob segredo de justiça.

Curiosamente, a magistrada responsável, que se declarou suspeita em outros casos, considera-se apta para este. A questão sobre o que define sua suspeição em alguns casos e aptidão em outros permanece sem resposta clara.

As informações são do jornalista e advogado José Américo, publicadas em seu X.

Informação: Existem documentos púlicos das recuperandas, da administração judicial, que atesta a boa fé das recuperandas no caso da suposta fraude , parecer do MP abalizando o ÁJ,e uma clara intenção de usar esse caso de modo politico, vez que a penda da SAF é irreversível. Amanhã trago a verdade dos fatos em contraponto à reportagem do globo. Amanhã tem mais. Parece não haver fraude nem má fé. Aí está uma pequena amostra.

Neste processo também contra o CRVG em RJ e a Vasco SAF, que segue tramitando em segredo de justiça a magistrada que se declarou suspeita em outros casos se julga apta para este Qual o fator que determina a suspeição em uns e a aptidão neste?

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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