Influenciador vascaíno visita São Januário e publica texto emocionante

O dia 1º de abril é uma data personalíssima do nosso calendário gregoriano, pois carrega consigo desde eventos históricos a tradições humanas amplamente difundidos no imaginário popular. Por um acaso, entrou pro vulto histórico daquilo que acontece enquanto estamos ocupados fazendo outros planos (a vida). Hoje eu conheci a Casa do Legítimo Clube do Povo com o meu irmão mais velho e dois dos meus queridos sobrinhos, e o termo "Casa" passou a fazer muito mais sentido pra mim pela forma com que fomos recepcionados. Antes de prosseguir, rendo os mais sinceros e calorosos agradecimentos oriundos do âmago do meu coração ao meu fantástico assessor e mui amado amigo, Allan Turano, e ao fantástico e ímpar Vice-Presidente de História e Responsabilidade Social, Raphael Pulga. Como mencionado por mim no dia de hoje, em uma entrevista concedida à equipe de mídia vascaína, o Vasco é o "clube do sorriso", pois "to smile" vale tanto para alegria, quanto para dor. E, justamente, um sorriso, um bendito sorriso, que realizou com que eu e todos os meus irmãos fôssemos vascaínos, como o nosso pai – e qual pai não sonha que o seu filho ame o seu clube do coração? Foi um sorriso sincero e amicíssimo de Roberto Dinamite, num jogo amador, na Região Central de São Paulo, nos idos de 1982, que fez o Sr. Francisco Neube sentir a chama cruzmaltina arder em seu peito pela primeira vez. Pros amantes daquela metáfora meteorológica (que faz menção ao mais bonito dos insetos): sem aquele sorriso do craque humilde e gente boa, talvez não houvesse este dia. O vencedor inaugural dos campeonatos continentais no Mundo, o primeiro grande clube a ter tido um presidente como eu e, de igual modo, ter sido vanguardista no combate à xenofobia e à discriminação social e racial, o único clube brasileiro a ter uma escola formal instalada dentro de suas dependências. Bem, caso eu continue, não cessarei a escrita, porque o Club de Regatas Vasco da Gama é o primeiro de muitos – inclusive do meu eterno coração de torcedor infantil. Conforme grifou Artur da Távola na mais bela crônica esportiva de nossa história, o ser vascaíno é "intrépido tanto quanto leal".

"Tua estrela na terra a brilhar
Ilumina o mar..."

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Fonte: Instagram Isaque Neube

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