Gato mestre traz números e análises de Vasco x São Paulo
Melhor defesa do Brasileirão, com nove gols sofridos em 11 jogos, média 0,82, o São Paulo perdeu a segunda colocação da classificação, mas segue mostrando sua força. Quando visitante, o São Paulo sofreu seis gols em seis partidas, segundo melhor desempenho defensivo forasteiro
O Vasco está com o sétimo melhor ataque no agregado dos mandos, com 16 gols marcados, média 1,45. Considerados apenas os jogos em casa, o Vasco está com o quinto pior desempenho defensivo, com oito gols sofridos em seis jogos (média 1,33).
A equipe carioca é a mandante que mais finaliza no Brasileirão, com média 17,8 por jogo, mas está com a quinta menor eficiência caseira, um gol a cada 11,9 tentativas.
Vai ter um desafio consistente porque com média de um gol sofrido fora de casa, o São Paulo é o sexto visitante que menos permite finalizações adversárias (12,7), com a sexta resistência, um gol sofrido a cada 12,7 conclusões contrárias.
Além de sofrer com a baixa eficiência ofensiva, o Vasco ainda sofre com a pior resistência defensiva caseira, um gol sofrido a cada 8,0 conclusões contrárias, com a oitava média de finalizações sofridas, 10,7 por partida.
O São Paulo é o 11º ataque em finalizações quando visitante (10,0), com a 11ª eficiência, um gol a cada 12,0 tentativas.
Apesar de a média de posse de bola das duas equipes serem próximas (o São Paulo tem a terceira maior, com 54,1%, e o Vasco a sétima, com 52,1%), a equipe paulista tem em média seis ações de combate a mais do que o Vasco (30,4 contra 24,3), que após 11 jogos viraram 42 ações a mais.
Na média, o São Paulo é a quinta equipe que mais desarma (15,1) e a terceira que mais comete faltas (15,3), enquanto o Vasco é o 13º em desarmes (12,8) e o segundo que menos comete faltas (11,5).
Renato Gaúcho e Roger Machado estrearam na quinta rodada por Vasco e São Paulo, respectivamente. Como mostra o gráfico de xG, o Vasco conseguiu um pico no nível de ameaça imposto pelo seu ataque nas primeiras rodadas, inclusive com a defesa permitindo finalizações com características para menos de 0,4 gol por partida, antes da chegada de Renato. Mas com o atual treinador, a defesa passou a sofrer praticamente o dobro de finalizações, caindo sua capacidade de neutralizar o nível de ameaça adversário.
O São Paulo também passou a impor um nível de ameaça menor após a chegada de Roger Machado, mas diferentemente do Vasco, a média de finalizações por jogo caiu, embora o potencial estatístico tenha subido para 1,00 gol sofrido nos últimos cinco jogos.
Fonte: ge
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