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Fim das bets é o fim do futebol brasileiro? Blog analisa

O Conselho Deliberativo do Vasco aprovou a venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao investidor Marcos Lamacchia, com 175 votos favoráveis, 26 contrários e três abstenções. Lamacchia, enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, compromete-se a investir R$ 500 milhões e terá 90% do controle do futebol profissional vascaíno.

A transação ainda depende de aprovação da Assembleia Geral de Sócios e da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf), que investiga possíveis conflitos devido à ligação familiar entre o comprador e a presidente do Palmeiras.

No cenário nacional, as casas de apostas foram foco de discussão após a proibição das 'bets' no Brasil. Apenas 25% dos clubes nas Séries A, B, C e D contavam com patrocínios desses sites antes da Medida Provisória assinada por Lula. Na Série A, 14 dos 20 times tinham parcerias com casas de apostas.

A análise financeira dos clubes brasileiros revela problemas mais profundos além dos patrocínios. Segundo dados da FootMonitor, em mais de 62% dos jogos profissionais realizados no país até o início de novembro, as bilheterias resultaram em prejuízo. Na Série D, esse índice chegou a 73,9%.

Entre os clubes que conseguiram lucro nas bilheterias está o Flamengo, liderando com R$ 47 milhões. O Cuiabá aparece na ponta negativa com um déficit acumulado de R$ 1,36 milhão. No Rio de Janeiro, 75% das partidas terminaram no vermelho em termos financeiros.

Com informações do Máquina do Esporte.

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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