Dentre os nomes em discussão para renovação, alguns casos se destacam
Antes de mais nada, o Vasco já começou a se movimentar nos bastidores pensando na sequência da temporada e no planejamento de longo prazo. A diretoria trabalha com a intenção de exercer a opção de compra da maioria dos jogadores que atualmente estão emprestados ao clube.
A Agência RTI Esporte apurou que a única exceção, até o momento, é Matheus França, do Crystal Palace, da Inglaterra. A decisão passa diretamente por uma análise financeira criteriosa pensando na próxima janela de transferências.
Internamente, o clube estuda o orçamento anual para entender até onde pode ir no investimento em reforços que já fazem parte do elenco. A prioridade é manter peças consideradas importantes dentro do projeto esportivo.
Vasco avalia investimento em reforços
Entre os nomes que estão na pauta, dois casos chamam mais atenção: Robert Renan, do Zenit, da Rússia, e Cuiabano, do Nottingham Forest, da Inglaterra. Ambos chegaram ao clube por empréstimo e possuem valores de compra considerados elevados pelo Vasco.
Robert Renan tem contrato de empréstimo válido até o fim de 2026. Para adquiri-lo em definitivo, o Vasco precisará desembolsar 8 milhões de euros (R$ 43 milhões, na cotação atual). Apesar do valor alto, o jogador é visto como peça importante para o sistema defensivo.
Já Cuiabano, lateral-esquerdo, também tem vínculo por empréstimo até dezembro de 2026. A opção de compra é de 4 milhões de euros (R$ 21 milhões). O atleta ganhou a titularidade com o técnico Renato Gaúcho e passou a ser tratado como uma alternativa sólida no elenco.
Caso Matheus França é diferente
Matheus França, do Crystal Palace, da Inglaterra, é o único jogador, entre os emprestados, que não deve permanecer. O meia tem contrato curto com o clube, válido até junho de 2026, e não conseguiu se firmar como opção regular na equipe.
A opção de compra estipulada em contrato é considerada alta pela diretoria, que, neste momento, não vê custo-benefício suficiente para avançar na negociação. Assim, a tendência é que o jogador retorne ao seu clube de origem ao fim do vínculo.
Planejamento financeiro será decisivo
A diretoria vascaína entende que a manutenção de jogadores que já estão adaptados ao clube pode representar um ganho esportivo importante. No entanto, reforça que qualquer movimento dependerá do equilíbrio financeiro.
A ideia é evitar riscos e manter a responsabilidade nas contas, sem comprometer o futuro do clube. Por isso, as decisões devem ser tomadas de forma gradual, com base na capacidade de investimento ao longo da temporada.
Fonte: RTI Esporte
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