Análise: Vasco sai de Curitiba com um empate amargo
O empate em 1 a 1 com o Coritiba deixou um gosto amargo para o Vasco, que vencia o jogo até os 44 do segundo tempo. E embora o resultado apontasse para um final feliz para o time carioca, a postura que tomou conta da equipe após o gol de Tchê Tchê, aos 24 do primeiro tempo, deu indícios do que poderia acontecer (e aconteceu), acendendo um alerta em São Januário.
O time controlou a partida até cerca dos 30 minutos do primeiro tempo, agrediu o adversário e pouco sofreu. Duas bolas aéreas assustaram a meta de Léo Jardim, que ainda defendeu chance clara de Pedro Rocha após erro de Hugo Moura no campo de defesa. Depois dessa marca, recuou, deixou o time da casa jogar e terminar a partida com 70% de posse de bola. Assim, a equipe de Fernando Seabra, apesar de pouco criativa, encontrou o empate nos minutos finais.
— O Coritiba, no segundo tempo, adiantou a equipe e nós recuamos. Eu converso bastante com meus jogadores. Como dava para valorizar a posse, como foi o primeiro tempo, a gente jogou. Na dúvida, não quero que meu time arrisque. É muito perigoso, principalmente fora de casa, sair jogando. A minha filosofia não é essa. Na dúvida, eu mesmo peço para darem chutão, prefiro que briguem lá no campo de ataque. — reconheceu Renato Gaúcho na coletiva.
Desde que o treinador assumiu o cargo, a mudança de postura dos jogadores foi evidente e reforçou um dos principais traços de seu trabalho. Foi assim que o Vasco virou sobre Palmeiras, Fluminense e Cruzeiro (embora tenha cedido o empate depois), e venceu o Grêmio. Contra o Coritiba, essa característica se fez presente até o gol, esvaindo-se após a vantagem conquistada.
Esse contexto fez com que o time completasse a marca de 14 gols sofridos em 10 jogos — o último que não foi vazado foi no início de fevereiro, quando derrotou o Botafogo por 2 a 0, no Carioca. E embora o ataque esteja em alta, a baixa produtividade no Couto Pereira levou ao golpe fatal que acusava desde o primeiro tempo. Para solucionar o problema, Renato trocou o trio de ataque em substituições que não surtiram efeito, pois a bola já pouco chegava.
A sequência de invencibilidade vascaína foi ampliada para seis jogos (cinco com Renato no comando), mas o contexto dos desempenhos deve ser analisado com cautela. É importante que o Vasco demonstre poder de reação, mas para a tranquilidade do trabalho, é fundamental que mire as vitórias antes das viradas.
O Vasco empatou com o Coritiba em 1 a 1, após estar à frente até os minutos finais, revelando fragilidades na equipe de Renato Gaúcho. Apesar de um início promissor e controle até os 30 minutos do primeiro tempo, o time recuou e permitiu que o Coritiba, com 70% de posse de bola, buscasse o empate. A postura defensiva pós-gol contraria a filosofia de Renato, que preza pela posse e ofensividade, destacando um padrão de vulnerabilidade defensiva que preocupa.
Fonte: Agência O Globo
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