A trajetória de Romário, ídolo do Vasco que completa 60 anos
Nesta quinta-feira, o mundo do futebol celebra os 60 anos de Romário. No entanto, para além dos mil gols e da consagração mundial, a trajetória do Baixinho guarda uma conexão profunda e curiosa com o futebol paranaense. Poucos se recordam, mas o capítulo inicial dessa história monumental foi escrito diante do Coritiba, em uma tarde memorável para ambos os lados.
Era 6 de fevereiro de 1985. O cenário era o Estádio de São Januário, pelo Campeonato Brasileiro. Naquele dia, um jovem de apenas 19 anos aguardava ansioso no banco de reservas do Vasco.
Enquanto Roberto Dinamite, o ídolo máximo da colina, abria o placar de pênalti, o técnico Edu Coimbra preparava a entrada do garoto que mudaria o esporte.
Aos 13 minutos da etapa final, Romário pisou no gramado profissional pela primeira vez. Embora a atuação tenha sido discreta em termos de gols, sua movimentação elétrica e inteligência tática já sinalizavam que o futebol brasileiro ganhava um fora de série. André, ex-lateral do Coxa que estava em campo, relembra com orgulho.
— Saber que fazemos parte da história dele é um privilégio. Ele já era forte, habilidoso e muito veloz — disse o ex-lateral.
Uma derrota que gerou um campeão
Curiosamente, aquele jogo terminou em 3 a 0 para o Vasco, mas serviu como o grande divisor de águas para o Coritiba. O que parecia um tropeço amargo tornou-se o combustível para a glória. Nos vestiários de São Januário, após a derrota, uma discussão ríspida e intensa entre os jogadores acendeu a chama da competitividade.
Aquele embate foi o momento em que o grupo entendeu que precisava de algo a mais. O resultado? O Coritiba se reergueu e trilhou um caminho heroico até conquistar o título de Campeão Brasileiro de 1985. Assim, o dia da estreia de Romário ficou marcado como o nascimento de um gênio para o mundo e o despertar de um campeão para o Paraná.
Carreira marcada pelo protagonismo
De 1985 para cá, Romário transformou a área adversária em seu escritório particular. Entre recordes e polêmicas, seus números são incontestáveis: foram 827 gols em 993 jogos (na contabilidade oficial). No entanto, ele superou os mil gols contabilizando categorias de base e amistosos.
A coleção de títulos do Baixinho é um resumo da carreiro a nível mundial e que teve início há 41 anos. Romário foi protagonista do Tetra em 1994 e empilhou taças por onde passou, incluindo: Copa América (1989 e 1997) e Copa das Confederações (1997). Campeonato Brasileiro (2000). Em 2005, aos 39 anos, desafiou a lógica ao se tornar artilheiro do Brasileirão com 22 gols pelo Vasco.
Fonte: ge
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