A prioridade sobre o jogo contra o Boca Jrs e o que a diretoria deve fazer
O Vasco está empenhado em garantir que São Januário seja o palco dos seus jogos na Libertadores. A primeira tentativa é convencer a Conmebol a liberar o estádio. Caso não obtenha sucesso, o clube planeja recorrer à Justiça para assegurar o uso da Colina Histórica.
Se mesmo assim não houver uma decisão favorável, o Vasco pretende concentrar esforços judiciais para utilizar o Maracanã como alternativa. No entanto, a prioridade atual segue sendo São Januário.
A informação é do jornalista Pedro Cobalea, divulgada no X.
Só adiantando mais um passo: caso o Vasco não consiga sensibilizar a Conmebol, a ideia é judicializar inicialmente a questão de São Januário. Se a negativa persistir, o Maracanã passa a ser o alvo na Justiça. Mas, neste momento, a prioridade do Vasco é a Colina Histórica.
Em resumo:
1. Tentar convencer a Conmebol por São Januário
2. São Januário através da Justiça
3. Maracanã através da Justiça#vasco #lancevasco
O Vasco conta com o apoio da FERJ e da CBF na tentativa de convencer a Conmebol a liberar São Januário para o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. O clube não descarta recorrer à Justiça para jogar na Colina caso o apelo seja negado.#lancevasco…
— Pedro Cobalea (@pedrocobalea_) September 29, 2026
Insistência de Pedrinho
O Vasco está empenhado em garantir que o jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors, agendado para 20 de outubro, aconteça em São Januário.
O presidente Pedrinho busca negociar com a Conmebol sobre a capacidade do estádio e a acomodação de torcedores visitantes. Segundo o jornalista Joel Silva, o regulamento proíbe a construção de uma arquibancada móvel para alcançar a capacidade de 30 mil lugares.
A negativa do consórcio que administra o Maracanã, alegando desgaste do gramado, levou o Vasco a concentrar esforços em viabilizar São Januário como sede.
Pedrinho também procura manter uma boa relação com Juan Román Riquelme, dirigente do Boca, para assegurar segurança e suporte aos argentinos.
Com a recusa do Maracanã, alternativas junto à presidência da Conmebol também estão sendo consideradas pelo clube carioca.